Ir para o conteúdo
  • Início
  • Treinamentos
  • Linguagem Simples
  • Sobre
  • Contato
  • Início
  • Treinamentos
  • Linguagem Simples
  • Sobre
  • Contato
  • Início
  • Treinamentos
  • Linguagem Simples
  • Sobre
  • Início
  • Treinamentos
  • Linguagem Simples
  • Sobre
Contato
Uncategorized

Magistrados querem linguagem acessível em audiências

  • Heloisa Fischer
  • 8 de julho de 2019

Mais de 80% dos magistrados responderam em pesquisa que concordam muito com o uso de linguagem acessível durante as audiências e sessões.

  • 88,2% dos juízes  e desembargadores inativos concordam muito
  • 87,2% dos juízes de primeiro grau concordam muito
  • 85% dos ministros de tribunais superiores concordam muito
  • 80,1% dos juízes de segundo grau concordam muito

A ideia é todos entenderem o que está sendo discutido, inclusive quem não domina o chamado “juridiquês” ou vocabulário jurídico.

Esse resultado faz parte da pesquisa nacional “Quem somos – A magistratura que queremos” da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB).

Mais 4 mil juízes ativos e inativos responderam o questionário. O que representa 19% dos magistrados ativos e 15% dos inativos.  

Os sociólogos Luiz Werneck Vianna, Maria Alice Rezende de Carvalho e Marcelo Baumann Burgos, da PUC-Rio estiveram à frente da pesquisa durante o ano de 2018.

Foram quase 200 questões sobre diversos assuntos da rotina dos magistrados, suas trajetórias e formações acadêmicas, suas visões sobre os rituais do sistema de justiça, as decisões judiciais, a modernização tecnológica no setor, o ambiente de trabalho, entre outros temas.

Nesse contexto, a linguagem foi mencionada nas questões 20 e 21. A questão 21 abordou a importância da linguagem acessível que mencionamos acima.

A questão 20 perguntou “Em audiências e sessões, é desejável que o magistrado e as partes usem linguagem formal em sua interação?”.

A resposta “concorda pouco” foi destaque entre os juízes de primeiro grau (46,6%) e segundo grau (41,8%).  Nas demais categorias, a resposta “concordo muito” foi de 45% entre os ministros dos tribunais superiores e 40,4% entre os juízes e desembargadores inativos.

Os objetivo dessa pesquisa da AMB é produzir uma base de dados para melhorar a Justiça brasileira. O estudo completo está disponível no site da associação.

A jornalista Carolina Brígido comentou o estudo em sua coluna “Quem entende o STF” da revista Época. Ela deu um exemplo do que seria essa tradução da linguagem do “juridiquês” para uma linguagem acessível, com uma fala do ministro Edson Fachin. Vale a leitura.

A Comunica Simples vem acompanhando o discussão sobre o juridiquês e incentivando a adoção da Linguagem Simples em todos Poderes e Instituições que lidam com interesse coletivo.

Em novembro de 2018, publicamos sobre a palestra de Nelson Jobim na Academia Brasileira de Letras (ABL). O político e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal criticou o uso do juridiquês e defendeu a clareza de expressão. Leia no nosso blog.

Leia também

Mulher profissional do judiciário trabalhando em computador

‘Juridiquês’: Tribunais de Justiça avançam em direção à Linguagem Simples

Juridiquês, um problema antigo e uma solução cada vez mais conhecida. A Linguagem Simples é...
  • Maria Gabriela Souza
  • 03/01/2023

Endividamento: faturas em Linguagem Simples podem reduzir o problema

Um estudo do Banco Central investigou se o uso de Linguagem Simples em faturas de...
  • Maria Gabriela Souza
  • 12/11/2022
Logotipo Comunica Simples

Redesenho de carta para clientes da Enel Brasil

Em agosto de 2021, fiz um trabalho de redesenho e reescrita para a Enel Brasil....
  • Heloisa Fischer
  • 12/09/2021

Quer entender e aplicar a Linguagem Simples
na prática? Fale conosco!

Enviar mensagem

Junte-se a mais de 60 instituições que já usam o padrão Comunica Simples de clareza.

E-mail

atendimento@comunicasimples.com.br

WhatsApp

+55 21 99783 0803
© 2026 Comunica Simples.
Todos os direitos reservados.

Política de privacidade  |  Termos de uso

Instagram Linkedin Youtube Whatsapp
Gerenciar consentimento

Usamos cookies para melhorar sua experiência e entender como você navega no site. Você pode aceitar ou não. Se não aceitar, algumas funções podem ser afetadas.

Funcional Sempre ativo
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para o objetivo legítimo de permitir o uso de um serviço específico explicitamente solicitado pelo assinante ou usuário, ou para o único objetivo de realizar a transmissão de uma comunicação por uma rede de comunicações eletrônicas.
Preferências
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o objetivo legítimo de armazenar preferências que não são solicitadas pelo assinante ou usuário.
Estatísticas
O armazenamento técnico ou o acesso que é usado exclusivamente com objetivos de estatística. O armazenamento ou acesso técnico que é usado exclusivamente para fins de estatísticas anônimas. Sem uma intimação, conformidade voluntária do seu provedor de serviços de internet ou registros adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou coletadas apenas com esse objetivo geralmente não podem ser usadas para identificar você.
Marketing
O armazenamento ou acesso técnico é necessário, para criar perfis de usuário para enviar publicidade, ou para rastrear o usuário em um site ou em vários sites com objetivos de marketing semelhantes.
  • Gerenciar opções
  • Gerenciar serviços
  • Gerenciar {vendor_count} fornecedores
  • Leia mais sobre esses objetivos
Ver preferências
  • {title}
  • {title}
  • {title}